domingo, 14 de abril de 2013

Mais um poema engraçado



A tragédia da Matemática
Num certo livro de Matemática, um quociente
apaixonou-se por uma incógnita. Ele, o quociente,
produto de notável família de importantíssimos
polinómios. Ela, uma simples incógnita, de mesquinha
equação literal. Oh! Que tremenda desigualdade. Mas
como todos sabem, o amor não tem limites e vai do mais
infinito ao menos infinito.
Apaixonado, o quociente olhou-a do vértice à base, sob
todos os ângulos, agudos e obtusos. Era linda, uma
figura ímpar e punha-se em evidência: olhar rombóide
(=rombo - losango), boca trapezóide, seios esféricos
num corpo cilíndrico de linhas sinoidais (=curvas).
-- Quem és tu? -- perguntou o quociente com olhar
radical.
-- Sou a raiz quadrada da soma do quadrado dos
catetos. Mas pode me chamar de hipotenusa-respondeu
ela com uma expressão algébrica de quem ama.
Ele fez de sua vida uma paralela à dela, até que se
encontraram no infinito. E se amaram ao quadrado da
velocidade da luz, traçando ao sabor do momento e da
paixão, rectas e curvas nos jardins da quarta dimensão.
Ele a amava e a recíproca era verdadeira. Se adoravam
nas mesmas razões e proporções no intervalo aberto da
vida.
Três quadrantes depois, resolveram se casar. Traçaram
planos para o futuro e todos desejaram felicidade
integral. Os padrinhos foram o vector e a bissetriz.
Tudo estava nos eixos. O amor crescia em progressão
geométrica. Quando ela estava em suas coordenadas
positivas, tiveram um par: o menino, em homenagem ao
padrinho, chamaram de versor; a menina, uma linda
abcissa. Ela sofreu duas operações.
Eram felizes até que, um dia, tudo se tornou uma
constante. Foi aí que surgiu um outro. Sim, um outro.
O máximo divisor comum, um frequentador de círculos
viciosos. O mínimo que o máximo ofereceu foi uma
grandeza absoluta. Ela sentiu-se imprópria, mas amava
o máximo. Sabedor desta regra de três, o quociente
chamou-a de fracção ordinária. Sentindo-se um
denominador comum, resolveu aplicar a solução trivial:
um ponto de descontinuidade na vida deles. Quando os
dois amantes estavam em colóquio, ele em termos
menores e ela de combinação linear, chegou o quociente
e num giro determinante disparou o seu 45.

Ela foi para o espaço imaginário e ele foi parar num
intervalo fechado, onde a luz solar se via através de
pequenas malhas quadráticas.
 

segunda-feira, 8 de abril de 2013


Um Blog é um espaço na web cuja estrutura permite, duma forma simples e direta, o registo cronológico, frequente e imediato das suas opiniões, emoções, imagens, factos, ou qualquer outro tipo de conteúdo à sua escolha, permitindo que os alunos se tornem co-autores do mesmo,alargando os seus horizontes/visões e permitindo uma maior motivação pelo processo de aprendizagem.

domingo, 7 de abril de 2013

poemas

Para muitos a Matemática é um problema
Mas não é bem assim

Aprendê-la vale a pena.
Observem que em tudo ela está presente
É nossa aliada
E faz bem pra toda gente.
Somar, subtrair
Quero aprender.
Multiplicar e dividir
Quero aprender.
Percentagem e fração
Quero aprender
A Matemática é nossa amiga
Vamos todos conhecer.

Maria Sandra Andrade Santos

Poemas




M atemática é vida.
A vida é unica.
T enha coragem e tente resolver alguns problemas da vida.
E sta é a sua chance de aprender.
M atemática não é um bicho de sete cabeças.
A coisa mais fácil para aprender matemática é se sentar, ler, compreender e exercitar.
T entar resolver problemas difíceis é uma boa alternativa.
I maginar problemas é bom.
C ompreendê-los é muito bom para uma coisa: Aprender.
A arte principal da vida é a MATEMÁTICA.

Beatriz da Silva Carneiro



Com um duplo cone e um serrote
Apolônio mostrou ao mundo
Elipses, hipérboles e parábolas.
Eram formas tão perfeitas,
Que na Matemática
Já tinham uma equação.
A sua beleza e harmonia
Levaram-nos do plano para o espaço
E também de Apolônio ao nosso dia-a-dia.

(autor desconhecido)


Vídeo ( alguns jogos matemáticos)


sábado, 6 de abril de 2013